TRANSPLANTE INTESTINAL

Atualmente, os doentes com síndrome do intestino curto com falência intestinal (SIC-FI) irreversível estão destinados a suporte parentérico para o resto da vida ou transplante intestinal.1

Com base nos dados de eficácia e segurança, o suporte parentérico é o tratamento primário para a SIC-FI, ao passo que o transplante intestinal é reservado para doentes com risco de morte devido a complicações graves decorrentes do suporte parentérico ou da doença gastrointestinal subjacente. A complexidade do transplante intestinal e a elevada imunogenicidade do aloenxerto afeta as taxas de sucesso a longo prazo.1–4

Figura 6. Taxas de sobrevida a 5 anos para doentes com SIC-FI que não eram candidatos a transplante intestinal, em comparação com aqueles que receberam um transplante intestinal.1

As taxas de sobrevida para doentes com SIC-FI a receber suporte parentérico e que não são elegíveis para transplante intestinal são maiores do que para doentes que recebem transplantes intestinais, com taxas de sobrevida a 5 anos para recetores de transplante intestinal de 54%, em comparação com 87% para doentes que permanecem em suporte parentérico (SP).1

Atualmente, os doentes com síndrome do intestino curto com falência intestinal (SIC-FI) irreversível estão destinados a suporte parentérico para o resto da vida ou transplante intestinal.1

Com base nos dados de eficácia e segurança, o suporte parentérico é o tratamento primário para a SIC-FI, ao passo que o transplante intestinal é reservado para doentes com risco de morte devido a complicações graves decorrentes do suporte parentérico ou da doença gastrointestinal subjacente. A complexidade do transplante intestinal e a elevada imunogenicidade do aloenxerto afeta as taxas de sucesso a longo prazo.1–4

Figura 6. Taxas de sobrevida a 5 anos para doentes com SIC-FI que não eram candidatos a transplante intestinal, em comparação com aqueles que receberam um transplante intestinal.1

As taxas de sobrevida para doentes com SIC-FI a receber suporte parentérico e que não são elegíveis para transplante intestinal são maiores do que para doentes que recebem transplantes intestinais, com taxas de sobrevida a 5 anos para recetores de transplante intestinal de 54%, em comparação com 87% para doentes que permanecem em suporte parentérico (SP).1

REVERTER A FALÊNCIA INTESTINAL

O principal objetivo do tratamento da SIC-FI é restabelecer a absorção intestinal e alcançar uma recuperação completa, reduzindo gradualmente o uso de suporte parentérico.1

A FI crónica em doentes com SIC-FI pode ser revertida por meio de adaptação intestinal e/ou programas de reabilitação intestinal, baseados em tratamentos médicos e cirúrgicos. A redução gradual do uso de suporte parentérico na SIC-FI é mais provável de ocorrer em doentes com cólon em continuidade parcial ou total.1

No entanto, é relativamente improvável que os doentes com SIC-FI interrompam completamente o uso de SP quando já tiverem passado 2 a 3 anos da mais

AVANÇOS NA SIC-FI

Existe uma necessidade de tratamentos para a SIC-FI que melhoram a reabilitação intestinal e aumentem a capacidade de absorção do intestino remanescente para reduzir a necessidade de suporte parentérico.2–4

Treatments that aim to increase intestinal rehabilitation and improve the absorptive capacity of the remaining intestine to reduce the need for parenteral support are becoming available or are in the late stages of clinical research.2,3,5,6

Certain hormones and trophic factors hold great promise in helping to improve intestinal function and potentially facilitate weaning off from parenteral support in SBS-IF patients1–3,5,6

A Takeda continua a apostar na investigação e desenvolvimento na área da SIC-FI com o objetivo de contribuir para uma melhoria na qualidade de vida destes doentes.

Data de preparação: abril de 2021 C-ANPROM/PT/REV/0010